A burocracia arrasta-se penosa e desnecessariamente, criatura indesejada e grotesca.
Só um dos profes é que me enviou prontamente a sua declaração por e-mail, num pdf assinado, impeque.
Quando aos outros três, professora e professor (futuros orientadores), mais coordenadora do curso, diziam que me enviavam por correio, que a deixavam lá na semana passada, que me enviariam e-mail, etc. Mas nada. Até agora, tenho zero dos três papéis a entregar amanhã.
Quanto ao projecto, que assim se chama o trabalho final de curso após a respectiva defesa, não sei se lhe fiz as devidas alterações ou não, mas começo a sentir-me a borrifar. Os orientadores não se pronunciaram. E, afinal, já recebi a nota...
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quarta-feira, 9 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Já está
Já me livrei desta, pelo menos! A arguente foi muito simpática, gostou do trabalho, levantou uma questão fácil de responder, o orientador acrescentou ideias interessantes para a tese e estava tudo a correr lindamente, até que a presidente do júri, coordenadora do curso e minha tutora por uns meses, me teceu algumas críticas (não ao trabalho em si, mas que devo ter em séria conta para a tese) e manifestou desagrado pela forma como me cingi a citar, a enunciar opiniões sem as questionar, sem as desconstruir... enfim. De repente senti-me a levar nas orelhas da pessoa de quem menos esperava tal ensaboadela, mas a verdade é que a discussão do trabalho visa, precisamente, dar conselhos ao doutorando no sentido de o alertar para aspectos importantes a ter em conta quando redigir a tese.
Engoli em seco e tentei defender-me, mas senti que não havia volta a dar.
Levei um 17 e saí feliz e aliviada. Acabou, posso respirar tranquilamente por mais uns meses. E melhorar, melhorar, melhorar.
Engoli em seco e tentei defender-me, mas senti que não havia volta a dar.
Levei um 17 e saí feliz e aliviada. Acabou, posso respirar tranquilamente por mais uns meses. E melhorar, melhorar, melhorar.
terça-feira, 1 de março de 2011
Véspera da defesa
Estou calma, mas apreensiva. É possível, sim.
Tenho a cabeça cheia de pensamentos, frases soltas, pedaços de argumentos, farrapos de justificações, nomes e títulos soltos, citações que poderão vir a propósito.
Estou a tomar duche como se tivesse levado um livro para a banheira, acordo com a sensação de que já estava acordada há muito tempo, porque o cérebro estava ocupado em raciocínios.
Cheguei à conclusão de que não era bem este o plano da tese que queria defender amanhã, mas agora tem de ser. Sei que sou capaz de argumentar como se fosse a coisa mais importante e lógica do mundo, mas já não acredito completamente nele e isso incomoda-me ligeiramente.
Tenho a cabeça cheia de pensamentos, frases soltas, pedaços de argumentos, farrapos de justificações, nomes e títulos soltos, citações que poderão vir a propósito.
Estou a tomar duche como se tivesse levado um livro para a banheira, acordo com a sensação de que já estava acordada há muito tempo, porque o cérebro estava ocupado em raciocínios.
Cheguei à conclusão de que não era bem este o plano da tese que queria defender amanhã, mas agora tem de ser. Sei que sou capaz de argumentar como se fosse a coisa mais importante e lógica do mundo, mas já não acredito completamente nele e isso incomoda-me ligeiramente.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Defesa para breve
Soube ontem o nome da professora arguente do meu Trabalho Final. Desconheço a pessoa e nem vou investigar, para não ficar assustada, caso depare com um perfil e um currículo intimidantes.
A data sugerida é para breve, mas não foi confirmada.
E a minha putativa orientadora, como só o será na condição de ficar na sombra de outro orientador, nem sequer está no júri. Sinto-me algo apreensiva, mas quero estar optimista. Não há razão para alarme, apenas para serenidade e bom senso.
A data sugerida é para breve, mas não foi confirmada.
E a minha putativa orientadora, como só o será na condição de ficar na sombra de outro orientador, nem sequer está no júri. Sinto-me algo apreensiva, mas quero estar optimista. Não há razão para alarme, apenas para serenidade e bom senso.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Trabalho Final entregue
Depois de um bom almoço no Nepalês perto da faculdade, acompanhado de um copo de vinho para descontrair, lá fui com a minha colega "siamesa" entregar os trabalhos: 3 exemplares impressos, mais um CD (o dela tinha a tinta mais carregada do que o meu... chuinf!).
Afinal não era para entregar no secretariado dos doutoramentos (porque é que negam sempre terem-nos dado informações erradas?), mas sim no secretariado do departamento. Tanto me faz, desde que a Prof. coordenadora os receba, proponha um júri e os distribua.
Quando pousei os meus exemplares em cima da pilha que já lá estava, reparei que uma outra colega mandou encadernar a quente com capa de cartolina impressa, como manda o figurino. Achei mais bonito, o próximo também vou fazer assim!
Enviei um e-mail à coordenadora a informar que lá deixei o trabalho, para que não haja confusão nem esquecimento. E aos professores que me apoiaram (uma bem, outro menos bem) uma mensagem a agradecer a ajuda (sincera para a primeira, algo irónica para o segundo) e a enviar a versão definitiva do ficheiro, para que posssam guardar ou deitar fora, como queiram.
Por enquanto respiro, mas quando marcarem a defesa até vou deixar de dormir, com a nervoseira!
Afinal não era para entregar no secretariado dos doutoramentos (porque é que negam sempre terem-nos dado informações erradas?), mas sim no secretariado do departamento. Tanto me faz, desde que a Prof. coordenadora os receba, proponha um júri e os distribua.
Quando pousei os meus exemplares em cima da pilha que já lá estava, reparei que uma outra colega mandou encadernar a quente com capa de cartolina impressa, como manda o figurino. Achei mais bonito, o próximo também vou fazer assim!
Enviei um e-mail à coordenadora a informar que lá deixei o trabalho, para que não haja confusão nem esquecimento. E aos professores que me apoiaram (uma bem, outro menos bem) uma mensagem a agradecer a ajuda (sincera para a primeira, algo irónica para o segundo) e a enviar a versão definitiva do ficheiro, para que posssam guardar ou deitar fora, como queiram.
Por enquanto respiro, mas quando marcarem a defesa até vou deixar de dormir, com a nervoseira!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Segunda revisão
Depois do feedback da Professora (a orientadora a sério, o outro é só para dar o nome e nunca mais disse nada), impôs-se outra revisão. Ela assinalou gralhas, um erro ortográfico (fui apanhada!), frases que precisam de uma construção mais sofisticada, coisas menores na bibliografia, enfim. Parecendo que não, é trabalho para algumas horas.
E o problema é que, ao reler o texto para ver se tudo ficou devidamente alterado, descubro-lhe imperfeições antes insuspeitadas. Agora, quanto mais olho para ele, mais emendas lhe faço. Não, não me venham dizer que sou perfeccionista, não é nada disso! O que emendo são falhas que seriam, quase de certeza, vistas como fraquezas pelo arguente. Além de que, de repente, pareceu-me imprescindível acrescentar referências bibliográficas que me fazem dar chapadas na testa por não as ter posto lá antes.
Moral da história: não pensar que a revisão final vai ser coisa pequena, uma vírgula aqui, um itálico ali. Por incrível que pareça, ainda há grandes mudanças a fazer e para isso... é preciso tempo! Mas só me resta o fim-de-semana...
E o problema é que, ao reler o texto para ver se tudo ficou devidamente alterado, descubro-lhe imperfeições antes insuspeitadas. Agora, quanto mais olho para ele, mais emendas lhe faço. Não, não me venham dizer que sou perfeccionista, não é nada disso! O que emendo são falhas que seriam, quase de certeza, vistas como fraquezas pelo arguente. Além de que, de repente, pareceu-me imprescindível acrescentar referências bibliográficas que me fazem dar chapadas na testa por não as ter posto lá antes.
Moral da história: não pensar que a revisão final vai ser coisa pequena, uma vírgula aqui, um itálico ali. Por incrível que pareça, ainda há grandes mudanças a fazer e para isso... é preciso tempo! Mas só me resta o fim-de-semana...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Waiting
Já fiz a revisão. Apanhei muita coisa, pequenina e graúda: falta de índice, número de página errado numa referência, frases de construção duvidosa, palavra involuntariamente repetida, data passada na capa do trabalho, ideia mal explicada, falta de um parágrafo conclusivo, enfim. Valeu a pena imprimir e ler com atenção.
Depois de fazer as correcções todas que soube e pude, enviei para os orientadores e pedi desculpa por ser o terceiro ficheiro com o trabalho, mas agora prometia não enviar mais nenhuma versão até que eles me comunicassem as suas reacções e sugestões.
Recebi uma resposta: que é assim mesmo, aperfeiçoar vale sempre a pena, desculpe não ter podido ler ainda, prometo que será este fim-de-semana.
Espero com paciência e serenidade. Ainda não estou livre de levar com um balde de água fria em cima, mas há uma voz tranquilizante vinda não sei bem de onde que me diz que, se isso acontecer, a água será morna.
Depois de fazer as correcções todas que soube e pude, enviei para os orientadores e pedi desculpa por ser o terceiro ficheiro com o trabalho, mas agora prometia não enviar mais nenhuma versão até que eles me comunicassem as suas reacções e sugestões.
Recebi uma resposta: que é assim mesmo, aperfeiçoar vale sempre a pena, desculpe não ter podido ler ainda, prometo que será este fim-de-semana.
Espero com paciência e serenidade. Ainda não estou livre de levar com um balde de água fria em cima, mas há uma voz tranquilizante vinda não sei bem de onde que me diz que, se isso acontecer, a água será morna.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Acabado?
Experimento imprimir o trabalho todo, como se estivesse acabado. (E se estiver?)
Confesso que não sei. Em todo o caso, há gralhas de certeza, e essas apanham-se melhor olhando para o papel.
Ainda há tempo, posso dar-me ao luxo de fingir que este é o momento final, ir à faculdade para o encadernar e ver como as coisas correm. Brincar à entrega.
Confesso que não sei. Em todo o caso, há gralhas de certeza, e essas apanham-se melhor olhando para o papel.
Ainda há tempo, posso dar-me ao luxo de fingir que este é o momento final, ir à faculdade para o encadernar e ver como as coisas correm. Brincar à entrega.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Escreve, reescreve, corta, acrescenta
Afinal, parece que a maior parte do texto do trabalho já estava feita, nos trabalhos anteriores. A professora achou bem ir lá buscar tudo o que fizesse sentido incluir no projecto. Eu achei logo que as 20 páginas que "arranjei" faziam muito sentido, claro. Assim podia sentir o alívio de saber que agora só faltava cortar, em vez de inventar.
Claro que depois percebi que não podia ser e dediquei-me não só a eliminar o que, afinal, não era para ali chamado, como a acrescentar o que fazia mais sentido e era preciso, afinal, criar. Honestidade por tranquilidade. E a tranquilidade volta depois, mais confiante. Vale a pena!
Claro que depois percebi que não podia ser e dediquei-me não só a eliminar o que, afinal, não era para ali chamado, como a acrescentar o que fazia mais sentido e era preciso, afinal, criar. Honestidade por tranquilidade. E a tranquilidade volta depois, mais confiante. Vale a pena!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Agora sim!
Foi ótimo descansar, agora é trabalhar.
De ânimo revigorado, livros a jeito, ficheiros abertos, atiro-me ao projecto. Sem medo, sem vacilar. Abrindo caminho como quem se embrenha no mato e quer chegar ao outro lado antes do anoitecer. Se não for por aqui, é por acolá. Não se esmorece por causa de uns passos para fora do caminho.
Nota: este texto foi escrito ao abrigo do malfadado AO, que não serve para nada mas a que mais cedo ou mais tarde teremos de nos habituar. A única alteração está assinalada assim.
De ânimo revigorado, livros a jeito, ficheiros abertos, atiro-me ao projecto. Sem medo, sem vacilar. Abrindo caminho como quem se embrenha no mato e quer chegar ao outro lado antes do anoitecer. Se não for por aqui, é por acolá. Não se esmorece por causa de uns passos para fora do caminho.
Nota: este texto foi escrito ao abrigo do malfadado AO, que não serve para nada mas a que mais cedo ou mais tarde teremos de nos habituar. A única alteração está assinalada assim.
Férias são férias, trabalho é trabalho
Está visto. Parece uma verdade de La Palice.
Mas custou a entrar na minha cabeça!
Vá lá, que ainda entrou a tempo de me permitir gozar a pausa do Natal e ano novo, que afinal me soube que nem ginjas.
De facto, não valia a pena andar a bater com a cabeça nas paredes, estava-se mesmo a ver que o tempo não ia render. Os dias não eram propícios a trabalho intelectual intenso. Assumida, quase a contragosto, a necessidade de aceitar a realidade, descansei e acabei por me sentir verdadeiramente em férias. Deitar-me à hora que me apetecesse e dormir até tarde quase todas as manhãs foi, só por si, compensador.
Mas custou a entrar na minha cabeça!
Vá lá, que ainda entrou a tempo de me permitir gozar a pausa do Natal e ano novo, que afinal me soube que nem ginjas.
De facto, não valia a pena andar a bater com a cabeça nas paredes, estava-se mesmo a ver que o tempo não ia render. Os dias não eram propícios a trabalho intelectual intenso. Assumida, quase a contragosto, a necessidade de aceitar a realidade, descansei e acabei por me sentir verdadeiramente em férias. Deitar-me à hora que me apetecesse e dormir até tarde quase todas as manhãs foi, só por si, compensador.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Sem paz de espírito é que não dá!
Tenho passado as últimas semanas entre a tristeza e a irritação, entre a inércia e o nervosismo, entre a desistência e o receio.
Assim é que não dá!
Toca a arrebitar, que os orientadores acreditam em mim e acham que falta pouco para ter o projecto acabado. Não faz sentido ser a única a pensar que não consigo lá chegar, quando toda a gente acredita!
Antes de tentar continuar e acabar, porém, é preciso baixar os braços e deixar passar esta semana desassossegada do Natal. Venha a paz e depois trabalha-se.
Assim é que não dá!
Toca a arrebitar, que os orientadores acreditam em mim e acham que falta pouco para ter o projecto acabado. Não faz sentido ser a única a pensar que não consigo lá chegar, quando toda a gente acredita!
Antes de tentar continuar e acabar, porém, é preciso baixar os braços e deixar passar esta semana desassossegada do Natal. Venha a paz e depois trabalha-se.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Um ano depois... incrivelmente na mesma!
Andava eu a sentir-me pessimamente, burra, incapaz, a pensar que nunca iria conseguir dar a volta ao texto que consegui espremer para fora de mim, mas que se embrulhou e não me tem sido possível desembrulhar, quando me lembrei de vir ao blogue procurar textos escritos exactamente há um ano, quando andava a tentar escrever o meu primeiro artigo para o curso de doutoramento.
E não é que a coincidência de sentimentos é total? Muita hesitação, muita insegurança, muito medo de falhar. Fiquei mais tranquila só de saber que isto já me aconteceu antes e sobrevivi! E talvez pela primeira vez senti que a utilidade deste blogue é ajudar-me a superar as dificuldades que vou sentindo.
E não é que a coincidência de sentimentos é total? Muita hesitação, muita insegurança, muito medo de falhar. Fiquei mais tranquila só de saber que isto já me aconteceu antes e sobrevivi! E talvez pela primeira vez senti que a utilidade deste blogue é ajudar-me a superar as dificuldades que vou sentindo.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Na mó de baixo
Alterei o índice e enviei-o para ambos os professores. Um deles nem se deu ao trabalho de reagir, só me pediu que o lembrasse da data do próximo encontro. A professora disse que o veria nesse fim-de-semana, mas depois lamentou não ter tido possibilidade e prometeu dar notícias em breve.
Agora, uma semana depois, informa-me que não tem tempo para ler as primeiras páginas do projecto (que entretanto também lhe enviei) antes de dia 16 e pede que seja adiado o encontro (não se estava mesmo a ver?).
Estou doente e não me apetece ler nem escrever, só deitar-me e ficar muito quietinha, para ver se a tosse acalma, na esperança de que o tempo fique suspenso. Pare de contar.
Agora, uma semana depois, informa-me que não tem tempo para ler as primeiras páginas do projecto (que entretanto também lhe enviei) antes de dia 16 e pede que seja adiado o encontro (não se estava mesmo a ver?).
Estou doente e não me apetece ler nem escrever, só deitar-me e ficar muito quietinha, para ver se a tosse acalma, na esperança de que o tempo fique suspenso. Pare de contar.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Na mó de cima
Feliz e confiante, trabalho agora para dois orientadores exigentes, que estão à espera de duas coisas: uma versão-síntese dos dois índices que lhes mostrei, feita com base nas sugestões que fizeram na reunião, e as primeiras páginas do texto do trabalho final, que é o projecto da tese.
No dia 16 há novo encontro, por isso o envio do material deve ser anterior. O que me falta em tempo tenho, agora, em entusiasmo e optimismo. Engraçado, considerando que há tão poucos dias estava na mó de baixo!
Lá dizia o outro: a vida é como um interruptor...
No dia 16 há novo encontro, por isso o envio do material deve ser anterior. O que me falta em tempo tenho, agora, em entusiasmo e optimismo. Engraçado, considerando que há tão poucos dias estava na mó de baixo!
Lá dizia o outro: a vida é como um interruptor...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Recebo um e-mail da tutora/coordenadora que me faz cair na realidade (porque não me disse ela estas coisas quando lá fui?).
Preciso de apresentar um problema pertinente e um projecto bem estruturado - imperativo que implica, obviamente, que o meu índice não evidencia nem uma coisa nem outra.
Não estou num trilho seguro, estou num pântano lodoso. Preciso de ajuda, diz ela, para encontrar um caminho «credível em termos científicos».
Preciso de apresentar um problema pertinente e um projecto bem estruturado - imperativo que implica, obviamente, que o meu índice não evidencia nem uma coisa nem outra.
Não estou num trilho seguro, estou num pântano lodoso. Preciso de ajuda, diz ela, para encontrar um caminho «credível em termos científicos».
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Força!
Bom, as coisas não têm estado a funcionar a 100%, parece que o meu cérebro ainda não fez "clique" para mais esta etapa do primeiro ano - a última antes de obter um diploma (wish me luck!) de estudos avançados.
No entanto, a coisa vai andando, apesar de ronceira, apesar de estar ainda a conduzir em primeira...
e marquei um encontro com a minha ilustre tutora. Já que o é, vou puxar por ela. E assim, uma vez que lhe pedi uma reunião para falarmos sobre o Trabalho Final, fico obrigada a fazer alguma coisa que se veja até ao fim da próxima semana. Nem que seja clarificar ideias...
No entanto, a coisa vai andando, apesar de ronceira, apesar de estar ainda a conduzir em primeira...
e marquei um encontro com a minha ilustre tutora. Já que o é, vou puxar por ela. E assim, uma vez que lhe pedi uma reunião para falarmos sobre o Trabalho Final, fico obrigada a fazer alguma coisa que se veja até ao fim da próxima semana. Nem que seja clarificar ideias...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Para quando o arranque?
Há uma ideia. Há um índice breve, mas consistente. Há um prazo para cumprir, que se aproxima a passos largos, seguros, implacáveis.
Mas não há energia suficiente, não há o empenho, a motivação necessária. Almoço com a minha colega-amiga, que me dá alento, mas vou para casa e distraio-me, disperso-me, gasto o tempo noutras coisas. Depois, são horas de ir buscar crianças e tratar delas, do jantar, da casa. E adio o trabalho intelectual, não por falta de tempo, mas por falta de disponibilidade mental. Assim não pode ser!
Mas não há energia suficiente, não há o empenho, a motivação necessária. Almoço com a minha colega-amiga, que me dá alento, mas vou para casa e distraio-me, disperso-me, gasto o tempo noutras coisas. Depois, são horas de ir buscar crianças e tratar delas, do jantar, da casa. E adio o trabalho intelectual, não por falta de tempo, mas por falta de disponibilidade mental. Assim não pode ser!
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Índice da treta
Não chorei, trabalhei.
Fiz um índice, com uma síntese do que deverá ser o conteúdo de cada capítulo.
Mas é um índice de tese de mestrado, não é um índice digno de doutoramento. Portanto, de certo modo, é como se não tivesse índice nenhum.
Há que ter a noção das coisas.
Fiz um índice, com uma síntese do que deverá ser o conteúdo de cada capítulo.
Mas é um índice de tese de mestrado, não é um índice digno de doutoramento. Portanto, de certo modo, é como se não tivesse índice nenhum.
Há que ter a noção das coisas.
domingo, 26 de setembro de 2010
Perigo!
Agora já não me está a saber bem o descanso, porque não é suposto estar parada há tanto tempo. O problema é que no emprego exigem-me prazos mais curtos e as prioridades são muitas. O projecto, como só é para entregar em Janeiro, fica sempre para trás. De vez em quando, lá mexo na bibliografia, para poder dizer que fiz alguma coisa, mas isso nem sequer conta. Porque o que é preciso é definir a ideia, torná-la visível e palpável em letras que preencham o vazio da página expectante.
Vamos a ver se isto evolui ou se é caso para desistir...
Vamos a ver se isto evolui ou se é caso para desistir...
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