Mostrar mensagens com a etiqueta funcionamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta funcionamento. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Tese entregue... ou quase


Lá fui, com os sete exemplares da tese, sete cópias do CV, a minuta com o pedido de prestação de provas preenchida e o cartão multibanco pronto para largar 150 euros, em números redondos. Sim: 107 euros para pedir as provas, mais custos administrativos e "seguro escolar". Quase dá vontade de rir... se não fosse uma despesa tão grande e injusta.
Entreguei as coisas, fiz o pagamento e... ups. Tive de responder "Ah! Esqueci-me..." quando o funcionário me perguntou se levava o CD Rom com uma versão digital da tese.
Não havia problema, podia voltar lá no dia seguinte para o entregar.
Ora bolas! Tive tanto tempo para me organizar e para reunir tudo antes de ir à faculdade e, mesmo assim, havia de me esquecer de alguma coisa. So typical...

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Contradições

Resolvi perguntar ao secretariado dos doutoramentos quantos exemplares da tese é que devo entregar e eis que me enviam parte do texto de umas normas que é diferente do que eu consultei na intranet da faculdade! Dizem que tenho de imprimir 7 exemplares... em que ficamos?
Abstive-me de os confrontar com a disparidade de informações. Faço o que dizem e pronto, sempre é melhor a mais do que a menos. Se não os quiserem, ofereço os dois que sobrarem.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Pormenores


Já consultei as normas da faculdade e tenho de entregar 5 exemplares impressos da tese, mais um em CD.
Agora o pior é confirmar que as referências bibliográficas estão bem feitas e que a bibliografia tem todos os autores e títulos citados. Parte chata e demorada, mas pelo menos a tese já está feita. Até parece mentira...

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Novo adiamento!

Pensei que o adiamento que me tinham concedido para entregar a tese era único e definitivo, apesar de eu ter feito dois pedidos diferentes, tendo em conta que a resposta veio bastante tempo depois do segundo. Mas não: hoje tive uma bela surpresa, ao verificar que me enviaram um e-mail a conceder-me outra extensão do prazo de entrega da tese: 4 de Março de 2015!!
É fantástico saber que, agora sim, o trabalho é exequível no tempo que tenho. Mas vamos a ver é se não perco o emprego por não ter o doutoramento antes disso...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Lado bom

Lá fui gravar o filme promocional do curso de doutoramento da faculdade. Tinha uma maquilhadora à minha espera e tudo! Gravei três vezes, para garantir que alguma coisa se aproveita. Falei dos aspectos positivos do curso, omiti os negativos. Muito diplomático e lisonjeiro da minha parte, sem dúvida. Teatro? Não, apenas um dos lados da experiência. Mentira? Nada disso, simples omissão. Vira-casaquismo? Talvez. Tinha dito que não o faria, porque não tinha nada de bom a dizer. E disse.
Vá, batam-me!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sentimentos ambivalentes

O coordenador do departamento pede-me que preste um depoimento, a gravar em vídeo, para promover os cursos de doutoramento num filme promocional da faculdade. Logo a mim! Tive vontade de lhe enviar o link deste blogue. Em vez disso, fui sincera ao ponto de responder assim ao seu e-mail: «Resta saber se a faculdade está interessada em divulgar o meu depoimento... essa é que é a grande questão.» E ele foi igual a si próprio, arguto e superior a provocações: queria crer que a faculdade estaria interessada em conhecer a minha opinião, qualquer que ela fosse, mas num vídeo promocional naturalmente não seria muito sensato divulgar as que fossem menos agradáveis; que não queria que eu me esquivasse de dizer o que realmente penso, por isso obrigada na mesma e até uma próxima.
Mais tarde, em amena conversa pessoal, dei-lhe uma ideia do que pensava e ele compreendeu e está de acordo. Sabe muito bem que as coisas têm de melhorar. Mas não encontra ninguém disponível para fazer o tal depoimento... Acabei por ficar com vontade de ajudar. Combinámos que eu direi o que entender, mas já não sobre o curso específico, antes sobre a importância de fazer um doutoramento na área. Simples e eficaz. Porém, como é evidente, muito afastado do objectivo inicial. Seja.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

And the countdown begins...

Chego a casa hoje e deparo com O e-mail da faculdade, aquele há algum tempo esperado, com um misto de medo e ansiedade:

« Informo V. Exa. que o registo do tema da tese de doutoramento, intitulada -------- foi aprovado, tendo sido nomeada a Prof.ª Doutora ---------  como orientadora e o Prof. Doutor --------- como co-orientador pelo Conselho Científico, em 04/04/2011.»

Releio a data. Quatro de Abril. Isto significa que o tempo para escrever a tese começou agora oficialmente a contar, a partir daquele dia. Toca a trabalhar! Agora é a sério.
Para além desta informação, também me diziam que tinha de pagar 600 euros de propina, mais seguro (1,5 euros?!), mais "custo administrativo" (28,5 euros). Fiquei assustada. É que eu já paguei tudo o que havia para pagar. Será que se esqueceram? Onde é que eu guardei o recibo, que me deram em 2009? Ah, é verdade, NÃO SEI DELE!... Pânico. Respondo de imediato para os Serviços Académicos a pedir que confirmem que aquele aviso para pagamento não se me aplica. Enquanto espero pela resposta, procuro mais uma vez em vão o tal recibo de 2009.
Felizmente, ao fim de dez minutos ou algo assim (que aguentei em apneia), respondem-me pedindo desculpa pelo equívoco e confirmando que não tenho nada a pagar. Ufa! E agora posso voltar a preocupar-me com a tese: a contagem decrescente já começou!

quinta-feira, 31 de março de 2011

O peão das nicas

Professora telefona-me muito admirada, porque eu nunca mais lhe disse nada sobre a situação da inscrição da minha tese num centro de investigação.
Desculpe? Mas eu fiquei de lhe dizer? - pensei para comigo. Parece que sim, mas não percebo muito bem porquê. Pelos vistos os orientadores, a coordenadora e o director do departamento (responsável pela unidade de investigação em que fui aconselhada por eles a increver a minha tese) - embora trabalhem todos juntos (no mesmo departamento e no mesmo centro de investigação) não comunicam entre si. E depois a culpa é do aluno... santa paciência!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Interlúdio burocrático

A burocracia arrasta-se penosa e desnecessariamente, criatura indesejada e grotesca.

Só um dos profes é que me enviou prontamente a sua declaração por e-mail, num pdf assinado, impeque.
Quando aos outros três, professora e professor (futuros orientadores), mais coordenadora do curso, diziam que me enviavam por correio, que a deixavam lá na semana passada, que me enviariam e-mail, etc. Mas nada. Até agora, tenho zero dos três papéis a entregar amanhã.

Quanto ao projecto, que assim se chama o trabalho final de curso após a respectiva defesa, não sei se lhe fiz as devidas alterações ou não, mas começo a sentir-me a borrifar. Os orientadores não se pronunciaram. E, afinal, já recebi a nota...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Alívio

Conversa com o ex-futuro orientador.
Pedi-lhe desculpa, mas iria ficar no Departamento em que me inscrevi, associada ao centro de investigação que me foi aconselhado pela coordenadora do curso, e com o orientador que agora foi meu tutor e me acompanhou na elaboração do Trabalho Final.
Que compreendia, que esse centro nem é ainda um centro aprovado pela FCT, que eles precisam de doutorandos, que até agradecia, porque está cheio de trabalho e ainda aí vem mais. Sorridente e confiante, estendeu-me a mão e despedimo-nos.
À saída da faculdade, encontrei o professor responsável pelo centro de investigação em que vou inscrever a tese e confrontei-o com o meu receio de associar a tese a um centro que ainda não existe oficialmente. Que existe, só falta a FCT vir avaliá-lo enquanto tal (eles que venham quando quiserem), que tem projectos financiados, que é um laboratório e não propriamente um centro, mas com muito orgulho. Que me vai enviar documentos sobre a sua constituição e actividades. Que além disso os meus orientadores são seus colaboradores.
Ok, pronto, não levanto mais dúvidas. Seja como for, o que interessa é fazer a tese e ela ser aprovada, e isso depende de mim e do meu trabalho.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Para que serve um tutor?

Para tudo e para nada, é o que parece.
De acordo com as normas regulamentares dos cursos de doutoramento da faculdade, que me foram enviadas há pouco tempo pela coordenadora do curso, o tutor é o professor que me vai ajudar a fazer o projecto da minha tese. Ora vejam:




São responsabilidades do tutor:
1. Apoiar e orientar o aluno na sua integração no Curso de Doutoramento, no respeito pela sua autonomia de escolha, designadamente aconselhando-o no que respeita às escolhas de seminários de opção.
2. Definir com os alunos sob sua tutoria o regime de acompanhamento periódico, individual e/ou de grupo, presencial e eventualmente mediado por tecnologias de informação e comunicação, que melhor convenha à orientação do trabalho dos alunos, recomendando-se que preveja uma periodicidade de interacção pelo menos quinzenal.
3. Apoiar a aprendizagem e o trabalho autónomo do aluno, nomeadamente sugerindo leituras e actividades de enriquecimento, discutindo o desenvolvimento dos seus trabalhos de seminário e do seu projecto de investigação.
4. Colaborar com os docentes responsáveis dos seminários do Curso de Doutoramento, a pedido destes, na orientação do trabalho escolar do aluno.
5. Orientar cientificamente o aluno na elaboração do trabalho final de curso e na preparação da sua discussão em prova pública.
6. Orientar o aluno na organização dos elementos para o seu arquivo individual de percurso e exigir a sua apresentação actualizada no final de cada semestre do Curso.

7. Apresentar no final de cada semestre ao Coordenador do Ciclo de Estudos de Doutoramento um relatório sobre o acompanhamento tutorial feito e o progresso do trabalho de cada aluno sob sua tutoria, a incluir no arquivo individual do percurso do estudante.
8. Validar os elementos entregues pelo estudante para as actualizações semestrais do seu arquivo individual de percurso e enviá-las ao Núcleo de Doutoramentos da Divisão Académica.
9. Participar no júri de avaliação do Trabalho Final do Curso, quando para tal for solicitado pelo Coordenador do Ciclo de Estudos de Doutoramento.



Até agora (e a data de entrega do Trabalho Final é 17 de Setembro, não falta assim tanto), não vi nem orientação nem apoio nenhum, no que respeita ao Trabalho Final, da parte da coordenadora do curso, que se auto-nomeou minha tutora, se não estou em erro. A única coisa que fez, ironicamente, foi enviar-me as normas e aconselhar-me a lê-las!
O meu futuro orientador, sem grande surpresa para mim, declara-se sobejamente ocupado e pede desculpa por lhe ser "humanamente impossível" ajudar-me neste momento.
Estou, portanto, por minha conta. O resto são apenas palavras escritas num documento que, pelos vistos, muito pouca gente lê e ao qual ainda menos gente dá a devida importância.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Outros doutorandos

Hoje fui assistir ao encontro anual de doutorandos promovido por um centro de investigação ao qual o meu orientador está associado.
Gostei do ambiente. Só assisti a duas apresentações de projectos, o primeiro bastante bem organizado e explicado, o segundo surpreendentemente arredado dos objectivos, na minha opinião: porque em vez de apresentar o seu projecto, a doutoranda se limitou a ler em voz alta um artigo que escreveu para um seminário curricular.

Em todo o caso, foi uma boa experiência, porque é uma aproximação daquilo que me espera quando tiver de defender o meu projecto publicamente, frente a um júri.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Aulas a que não irei

O meu orientador vai dar aulas num outro curso de doutoramento e fez um programa como deve ser.
Organizou-o de acordo com os tópicos que serão abordados em cada sessão e fornece referências bibliográficas específicas para cada aula, com as ligações para as páginas da Internet onde os textos estão disponíveis, quando esse é o caso.
Que pena eu não poder ir assistir às aulas dele...! Mas ao menos fico com uma ideia do que se passa e posso ler a bibliografia.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Sobreposição de especialidades

Falei com a professora do seminário de especialidade. Contei-lhe que há uma lacuna na minha formação anterior que gostaria de preencher com aulas, como nos velhos tempos. E como ela só tem duas alunas e o suposto seminário vai funcionar apenas em regime de tutoria (whatever that means...), perguntei-lhe o que achava de me inscrever num seminário semelhante, que será leccionado pelo meu orientador. Ela deu-me todo o apoio e, parece-me, ficou satisfeita por se ver livre de uma tutoria (pela qual não será paga, ao que parece).
Mas o gabinete de "apoio técnico" não me deixa inscrever-me noutra especialidade, doutro curso de doutoramento. Faz sentido. Se quiser mudar, tenho de esperar um ano e depois arrisco-me a ter de fazer outros seminários ainda. Não vale a pena.
Expliquei que gostaria de assistir a AULAS. «Mas pode ir assistir às aulas do seu orientador», esclareceu a funcionária. Ai sim? Excelente! O pior é que, por azar, são no mesmo dia e à mesma hora em que dou aulas... shit!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Awkward moment

Lá fui, falar com o professor que avaliou o meu trabalho.

Conversa muito agradável, achei muito acertados os seus comentários e percebi perfeitamente as suas críticas. Fiquei sem saber a que nota corresponderia o tal "muito bom", mas acho que só é suposto saber no dia 26, a data-limite para serem divulgadas as avaliações.

O complicado foi a seguir. Falei com ele sobre a minha intenção de trocar o seminário de especialidade pelo que será leccionado pelo meu orientador noutro departamento e a coordenadora não gostou que ele fosse falar com ela depois, para interceder por mim. Eu não a deveria ter ultrapassado, mas a conversa surgiu espontaneamente e, quando ele se ofereceu para falar com ela sobre o assunto, eu aceitei alegremente. Nunca pensei que ela fosse ficar melindrada com isso. Trocámos umas mensagens um pouco azedas, mas depois telefonei-lhe e a coisa compôs-se, acho eu.
Percebi que ela não vê com bons olhos a minha vontade de fugir para o outro departamento, parece-me que encara isso como um sinal de insatisfação ou desconfiança em relação ao trabalho dos professores dali. E confesso que, depois de ter conversado com ela, acabei por ficar baralhada. Já não sei o que hei-de fazer.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Ouvi dizer...

Que as aulas dadas no curso de Doutoramento não "contam" para os horários/remunerações dos professores. É praticamente uma confirmação das minhas suspeitas...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tutor precisa-se

Em Setembro, disseram-me que me seria indicado um tutor no início do curso e que esse professor me acompanharia na primeira fase do curso, isto é, ao longo do primeiro ano de estudos.

Estamos em Fevereiro e, tanto quanto me lembro, nenhum tutor me foi indicado. Até aqui, não precisei dele, mas agora começa fazer falta alguém que me possa dar uma ajuda na elaboração do Trabalho Final. Note-se que o orientador da tese só será formalmente apontado depois de o Trabalho Final ser entregue - trabalho este que constitui o primeiro capítulo da tese...

Makes sense, doesn't it?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Então?

Será que demora assim tanto ler um trabalho de 25 páginas?
Quanto tempo mais vou ter de esperar para saber se está mau ou bom?!

Era suposto sabermos as notas até ao dia 30, mas entretanto o calendário lectivo foi alterado (adiamentos a todos os níveis...). Quanto aos moldes em que deve ser feito e apresentado o trabalho final do 2.º semestre, a coordenadora escreve estas palavras tipicamente vagas: «veremos depois das avaliações deste semestre»... enfim, o costume.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Até que enfim!

Chegou hoje, com mais de um mês de atraso, a resposta da faculdade sobre o meu pedido de creditação dos seminários do Mestrado. Ao contrário do que a Coordenadora tanto repetiu ("vai ter a totalidade dos créditos, por isso não vai precisar de fazer nenhum seminário"), não tive direito à totalidade dos créditos, o que significa que devo fazer dois, dos quatro seminários.
Na altura em que fiz o pedido, paguei 40 euros e disseram-me que cada crédito custava 10. Ou seja, ainda teria de pagar os restantes 360 euros, se me fossem concedidos os 40 créditos. Entretanto, parece que saiu uma lei que torna as creditações gratuitas. Resta saber se a faculdade me vai devolver os 40 euros que me sacou...


domingo, 13 de dezembro de 2009

Não é por nada...

... mas a mim parece-me que é para não terem de pôr mais professores a dar aulas (ou os mesmos professores a dar mais aulas) no curso de doutoramento que o mês de Janeiro ficou reservado para as avaliações.
Quer isto dizer que, num semestre que supostamente tem 15 semanas, só há aulas durante 9 (amanhã é o último dia). As próximas aulas são para os alunos apresentarem os seus trabalhos.
Pois! Obrigadinha... Só espero que alguns alunos tenham de facto os trabalhos prontos no dia 8!