Nunca tinha ido à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, por isso valeu a pena lá ir ontem, só por esse motivo.
Mas houve outros, bem melhores. Conheci alguns dos grandes entendidos na matéria, nomes que eu admirava sem lhes poder associar um rosto, um olhar, uma voz. Agora posso, e ainda por cima eram pessoas simpáticas e muito amáveis. Vim de lá com ideias, porque o que ouvi me foi útil. Mas também me soube bem aperceber-me de que já sabia muito do que ali se disse, porque o meu estudo tem dado frutos.
E nunca pensei que um filho meu entrasse na faculdade tão cedo na vida!...
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Convite
Lançamento da revista onde sai o meu artigo, com direito a "mesa redonda" de discussão sobre o tema - coisa pouca, para quem está habituado, mas algo especial para mim, que me estreio agora nestas andanças académicas.
Fiquei com vontade de ir, apesar de ser longe de casa e de estar a amamentar um bebé de 3 meses. É sempre bom aparecer (nunca se sabe que outros contactos e convites podem surgir nestas ocasiões) e melhor ainda conhecer pessoalmente os grandes nomes da área e ouvi-los falar sobre o assunto.
Fiquei com vontade de ir, apesar de ser longe de casa e de estar a amamentar um bebé de 3 meses. É sempre bom aparecer (nunca se sabe que outros contactos e convites podem surgir nestas ocasiões) e melhor ainda conhecer pessoalmente os grandes nomes da área e ouvi-los falar sobre o assunto.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Encontro sobre o tema
Aventuro-me esta noite a ir até outra cidade, a 200 km, para assistir a um encontro sobre um tema directamente relacionado com a minha tese, que decorrerá durante os próximos dois dias.
Estou satisfeita por ter tido a coragem de deixar a família (sou TÃÃÃO importante aqui em casa, não sei como sobreviverão sem mim!) e o conforto das coisas conhecidas, para ir sozinha ouvir pessoas desconhecidas durante horas a fio. Vou deitar-me só, acordar só, tomar as refeições sem companhia, deambular por espaços estranhos durante intervalos que vão parecer intermináveis sem trocar dois dedos de conversa com ninguém.
Vai-me fazer bem.
Estou satisfeita por ter tido a coragem de deixar a família (sou TÃÃÃO importante aqui em casa, não sei como sobreviverão sem mim!) e o conforto das coisas conhecidas, para ir sozinha ouvir pessoas desconhecidas durante horas a fio. Vou deitar-me só, acordar só, tomar as refeições sem companhia, deambular por espaços estranhos durante intervalos que vão parecer intermináveis sem trocar dois dedos de conversa com ninguém.
Vai-me fazer bem.
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